Num post anteriormente publicado (CARDTOON à portuguesa...) fiz referência a publicidade que mostrava o erro crasso que era utilizar uma tradução automática num texto publicitário a um truque de ilusionismo. Infelizmente o vendedor em questão parece gostar de repetir o erro...
Hoje esse vendedor colocou num grupo do Facebook publicidade a um truque que comercializa. Ao aceder ao link postado encontrei um texto caricato que decidi reproduzir como comentário a tal post. O post e os comentários que se lhe seguiram podem ser vistos na imagem seguinte:
Seguidamente publico a imagem que desmente, de forma categórica, a afirmação feita pelo Sr. Horácio Nogueira, no seu último comentário. (Nota: A imagem irá ficar muito pequena e, portanto, ilegível. Por isso, para lerem o respetivo conteúdo os leitores deverão fazer o download da mesma para o respetivo computador, para a ampliarem. Se mesmo assim tiverem dificuldade em ler o texto, podem pedir-me por mail o envio da imagem com melhor definição.)
É caso para dizer: A MENTIRA TEM PERNA CURTA.
Jomaguy
quinta-feira, 13 de dezembro de 2012
sábado, 24 de novembro de 2012
NOTHING TO HIDE - Programa
Eis a capa do programa do espetáculo NOTHING TO HIDE que, brevemente, estreia no GEFFEN PLAYHOUSE (Los Angeles):
Da respectiva Nota de Abertura (assinada por Randall Arney, Director Artístico de Geffen Playhouse) destaco o seguinte extrato:
Jomaguy
terça-feira, 13 de novembro de 2012
Ouve-se cada parvoíce...
No passado dia 23 de Outubro, o programa da RTP1 "Portugal no coração" teve como convidado, no seu segmento "História de vida", o mágico Fredéric da Silva. Para falar sobre esse nosso confrade estiveram duas pessoas: uma jornalista cujo nome não recordo e o Sr. João Dias da FADUS (empresa organizadora de eventos).
A determinada altura, referindo-se ao trabalho do Fredéric da Silva, o Sr. João Dias disse o seguinte:
"O que ele faz é um valor acrescentado em relação àquilo que é feito no mundo inteiro... Eu recordo-me, há uns anos atrás, que o Fredéric na televisão esteve para aí 20 minutos em directo no telejornal e fez um número em que ele ia no carro a guiar [Nota: é lógico deduzir que se estivesse a referir à condução com os olhos vendados pois o Fredéric da Silva apresentou no programa um efeito de "visão raios X" e guiar um carro por si mesmo não tem nada de espectacular.] e, passado pouco tempo apareceu outro mágico muito conhecido em Portugal a fazer... Portanto ele é muito inovador, muito inovador naquilo que faz..."
Ora este exemplo do pretenso carácter inovador do trabalho do Fredéric da Silva é um perfeito disparate. O Sr. João Dias deveria saber (mas não sabe e, portanto, cai no ridículo...) que, muito antes do Fredéric da Silva nascer, já se fizera tal tipo de "publicity stunt" em Portugal. A título de exemplo posso referir que, em 7 de Outubro de 1973, assisti a uma exibição de "condução com os olhos vendados" apresentada, nas ruas da Figueira da Foz, pelo Prof. Karma, no âmbito do II Festival Mágico daquela cidade.
O Sr. João Dias ao dizer tamanho disparate desacredita os elogios que ele mesmo tece ao artista que contrata (neste caso, o Fredéric da Silva). Pela minha parte fico com muitas dúvidas quanto ao que o Sr. João Dias conhece sobre aquilo que se faz no mundo inteiro e, portanto, valorizo em tal medida a sua frase: "O que ele faz é um valor acrescentado em relação àquilo que é feito no mundo inteiro... "
O programa em causa poderá ser visto em http://www.rtp.pt/play/p820/e96624/portugal-no-coracao/264016.
Jomaguy
A determinada altura, referindo-se ao trabalho do Fredéric da Silva, o Sr. João Dias disse o seguinte:
"O que ele faz é um valor acrescentado em relação àquilo que é feito no mundo inteiro... Eu recordo-me, há uns anos atrás, que o Fredéric na televisão esteve para aí 20 minutos em directo no telejornal e fez um número em que ele ia no carro a guiar [Nota: é lógico deduzir que se estivesse a referir à condução com os olhos vendados pois o Fredéric da Silva apresentou no programa um efeito de "visão raios X" e guiar um carro por si mesmo não tem nada de espectacular.] e, passado pouco tempo apareceu outro mágico muito conhecido em Portugal a fazer... Portanto ele é muito inovador, muito inovador naquilo que faz..."
Ora este exemplo do pretenso carácter inovador do trabalho do Fredéric da Silva é um perfeito disparate. O Sr. João Dias deveria saber (mas não sabe e, portanto, cai no ridículo...) que, muito antes do Fredéric da Silva nascer, já se fizera tal tipo de "publicity stunt" em Portugal. A título de exemplo posso referir que, em 7 de Outubro de 1973, assisti a uma exibição de "condução com os olhos vendados" apresentada, nas ruas da Figueira da Foz, pelo Prof. Karma, no âmbito do II Festival Mágico daquela cidade.
O Sr. João Dias ao dizer tamanho disparate desacredita os elogios que ele mesmo tece ao artista que contrata (neste caso, o Fredéric da Silva). Pela minha parte fico com muitas dúvidas quanto ao que o Sr. João Dias conhece sobre aquilo que se faz no mundo inteiro e, portanto, valorizo em tal medida a sua frase: "O que ele faz é um valor acrescentado em relação àquilo que é feito no mundo inteiro... "
O programa em causa poderá ser visto em http://www.rtp.pt/play/p820/e96624/portugal-no-coracao/264016.
Jomaguy
segunda-feira, 29 de outubro de 2012
NOTHING TO HIDE - Um espectáculo de Derek e Helder
Estreia no próximo dia 27 de Novembro, no Geffen Playhouse (Los Angeles), o espectáculo NOTHING TO HIDE protagonizado por Derek DelGaudio e Helder Guimarães.
Depois do êxito obtido com o espectáculo conjunto que realizaram na Sala Peller do Magic Castle, conforme os testemunhos das reportagens publicadas nas revistas MAGIC e GENII, era necessário "fazer chegar o espectáculo a uma audiência mais vasta" (palavras de Neil Patrick Harris, Presidente do Magic Castle).
Mais informações poderão ser lidas em http://geffenplayhouse.com/more_info.php?show_id=179 e http://www.pitchengine.com/geffenplayhouse/new-sleightofhand-show-proves-the-geffen-has-nothing-to-hide.
Depois do êxito obtido com o espectáculo conjunto que realizaram na Sala Peller do Magic Castle, conforme os testemunhos das reportagens publicadas nas revistas MAGIC e GENII, era necessário "fazer chegar o espectáculo a uma audiência mais vasta" (palavras de Neil Patrick Harris, Presidente do Magic Castle).
Mais informações poderão ser lidas em http://geffenplayhouse.com/more_info.php?show_id=179 e http://www.pitchengine.com/geffenplayhouse/new-sleightofhand-show-proves-the-geffen-has-nothing-to-hide.
domingo, 2 de setembro de 2012
Magic Valongo 2012, “por supuesto”
Não faz muitos anos que o evento era publicitado como Festival Internacional de Ilusionismo, o que levou por diversas vezes a cair-se no exagero de se escrever “Valongo é, desde há alguns anos a esta parte, a Capital Mundial da Magia” (ver mensagem do Presidente da Câmara Municipal no programa da edição de 2001). Algumas vozes criticas, nomeadamente a minha, escreveram por diversas vezes que esta forma de vender o evento é falaciosa, pois não correspondia à realidade. O Magic Valongo não era um festival internacional, não tinha essa dimensão, a sua divulgação era predominantemente local, as gentes que ali iam ver as galas, são residentes próximos, os congressistas e concorrentes eram sobretudo portugueses e espanhóis e apenas no campo dos artistas se notava uma proveniência mais ecléctica, mas porque era pagos. Valongo nunca foi a Capital Mundial da Magia. Penso que a organização terá reflectido sobre isto e vindo, ao longo de cada edição, a mudar a postura sobre o assunto. É com satisfação que leio no programa deste ano “Festival Luso-Espanhol” de Ilusionismo. Quero desde enviar à organização os meu sinceros parabéns, pela honestidade. De facto, o Magic Valongo foi sempre um festival Ibérico. Muitos mágicos espanhóis olhavam para o evento como um laboratório, onde testavam em concurso as suas rotinas antes de concorrerem aos congressos Nacionais de Espanha. Para mim, esta sempre foi a realidade, tudo o resto é uma distorção da mesma.
Por outro lado quero, uma vez mais, felicitar a organização por ter elaborado um programa conciso. É preferível um evento de poucos dias mas repleto de actividades, sem tempos mortos, do que um evento que se arrasta no tempo, onde a inactividade de alguns momentos era desesperante. Não há nada mais aborrecido que estar num evento sem ter nada para fazer. Algumas vezes senti isso, a programação arrastava-se, não havia paciência.
Por fim, lamento que neste momento, sejam anunciados 9 artistas onde apenas 1 é Português e os restantes Espanhóis. Para um festival que se quer Luso-Espanhol, parece-me que faltam mais mágicos “cá da terra”. É algo que não entendo, pois este país está bem servido de mágicos conceituados. Existe um conjunto de mágicos que representou a magia Portuguesa no Magic Castle, segundo alguns deles com muito sucesso, existem professores de Magia na escola do Porto, existem mágicos inventivos premiados pelo IMS, existem mágicos da televisão. Ora bolas, não se pode dizer que Portugal está mal servido. Se a organização não conseguir resolver este desequilíbrio Luso-Espanhol de artistas convidados, é porque andam distraídos e não por falta de matéria-prima.
Caso contrário, poder-se-á dizer que “Em Setembro Valongo tem mais magia... espanhola.”
Rui Morgado
quinta-feira, 16 de agosto de 2012
Helder & Derek na GENII
A edição de Setembro de 2012 da revista GENII apresenta uma desenvolvida peça jornalística (da autoria de Robert Byrnes) sobre o espectáculo An Evening with Helder Guimarães and Derek DelGaudio, que esteve em exibição na sala Peller do Magic Castle.
Com a devida vénia, reproduzo, seguidamente, o texto de tal artigo.
Com a devida vénia, reproduzo, seguidamente, o texto de tal artigo.
quarta-feira, 15 de agosto de 2012
Duas respostas ao Sr. António Rodrigues
No grupo Arte Mágica do FACEBOOK publiquei um post com o seguinte conteúdo:
Em comentário a este post o Sr. António Rodrigues respondeu o seguinte:
Em comentário a este post o Sr. António Rodrigues respondeu o seguinte:
Teria algo a responder a tal comentário, mas não o fiz por respeito ao Administrador do Grupo (Helder Sousa) que, logo a seguir, colocou o seguinte comentário:
No entanto, tal como já desrespeitara a ética mais elementar da citação de fontes, o Sr. António Rodrigues, em total desrespeito pela orientação do Administrador do Grupo (Helder Sousa), decidiu colocar dois comentários, um em que tentava fazer-me passar por mentiroso e outro em que pedia desculpa ao Helder Sousa por retomar o assunto, mas, segundo as suas próprias palavras "tinha que ser". Não tenho a imagem de tais comentários (pois, entretanto, foram eliminados), mas retenho as ideias principais do comentário em que pretende passar a ideia de que sou mentiroso. Por isso decidi trazer este assunto para o Blog ILUSORIUM para responder ao Sr. António Rodrigues
RESPOSTA 1 (Ao comentário acima reproduzido)
O Sr. António Rodrigues interpreta o que eu escrevi à sua maneira e escreve: "Ao
dividir o texto original em 5 posts, ao contrário do que pensa e diz, não foi
para dar a ideia de que fiz um grande trabalho de pesquisa."
Em nenhum ponto do meu post digo que a divisão do texto original foi feita com a intenção dar a ideia que tinha sido feito um grande trabalho de pesquisa. Eu não comento intenções, comento factos. E perante a ausência de referência a uma fonte única onde um texto tivesse sido copiado, eu escrevi: "qualquer
leitor ficará com a ideia que o confrade António Rodrigues consultou inúmeras
fontes e, a partir delas, escreveu a compilação apresentada."
Onde está escrito que eu disse o
Sr. António Rodrigues pretendeu dar a ideia que fizera um grande trabalho de
pesquisa?
Eu apenas escrevi (porque é isso exactamente que penso) que, sem existir referência à fonte, qualquer
leitor constrói uma ideia!
Sr. António Rodrigues, aprenda a ler o que está escrito e não construa
"castelos no ar"!
RESPOSTA 2 (Ao comentário entretanto eliminado)
Do comentário eliminado do Sr. António Rodrigues retenho duas ideias fortes que vou expressar em palavras tão próximas das utilizadas quanto me consigo lembrar:
Ideia A: O Sr. António Rodrigues concluiu que eu, ao escrever "Mal li os 2 primeiros posts intitulados "História da
Mágica", fiquei com a sensação de já ter lido exactamente o mesmo
texto.
[...]
Aguardei pela
publicação dos restantes posts para verificar se o confrade António Rodrigues
cumpriria o dever ético de informar, no último post do tema, a fonte onde
copiara o texto.", estava a mentir pois só tinha lido os posts dele às 00:28 (Nota: não tenho a certeza da correcção da
hora aqui referida)
Se, neste preciso momento em que
escrevo, o Sr. António Rodrigues (ou qualquer outro membro do grupo Arte
Mágica) for ver a hora em que li os posts
encontrará 09:23.
Não sei exactamente como funciona tal
registo, mas parece-me poder deduzir que a hora que fica registada para cada
utilizador é a da última vez que tal utilizador acedeu a tal leitura. Mas tal
explicação não ocorreu ao Sr. António Rodrigues e só conseguiu pensar que eu
estava a mentir...
É curiosa a forma como reagem algumas
pessoas quando as suas falhas são criticadas...
Ideia B: O Sr. António Rodrigues concluiu que a
minha crítica é mais do mesmo e que, enquanto algumas pessoas pretendem remar
em prol do desenvolvimento da magia outras procuram partir os remos.
Sr. António Rodrigues, no meu conceito de desenvolvimento do ilusionismo não cabe o plágio! Por isso conte comigo para partir os remos dos barcos que
eu vejo a navegar em tal direcção.
Jomaguy
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